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TURISMO EM NÚMEROS |

PÁG.

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| EDIÇÃO 96

Há 40 anos Guimarães era

vendedor de contratos das em-

presas Transeuropa e Expansão

Maringá, quando começou sua

jornada na área de agencia-

mento. Em 1974 começou seu

negócio como GSA, sigla do in-

glês General Sales Agent - signi-

fica agente geral de vendas, ou

empresa que representa com-

panhias aéreas que não têm es-

critório em uma determinada lo-

calidade. Em 2012, com a fusão

entre a Rextur e a Advance, o

público alvo, formado por agên-

cias de viagem não credencia-

das pela IATA, ganhou principal-

mente na ampliação de linhas

de crédito e mais treinamento.

Segundo o Guimarães, as

companhias aéreas não seguem

um padrão: “Apesar de todas

serem IATA, é preciso entender

a linguagem de cada uma. São

acordos comerciais diferentes,

códigos e nomenclaturas distin-

tas”. Com o avanço do negócio,

a empresa hoje atende à deman-

da dos agentes também nas áre-

as de seguros e hotelaria, entre

outros. Acompanhe a entrevista

exclusiva:

Turismo em Números –

Qual

a importância do papel das con-

solidadoras como agências de

viagens intermediárias entre as

companhias aéreas e as peque-

nas agências do mercado?

Goiaci Guimarães –

Fui pioneiro

nesse segmento, há muitos anos, e

praticamente democratizei o cré-

dito para as agências de viagens.

Antes, para que as agências, mes-

mo as pequenas, tivessem acesso a

crédito, precisavam ser credencia-

das à IATA, o que era muito difícil

na época. Comecei abrindo crédito

para conhecidos e assim teve início

a consolidação no Brasil. Em 1974,

divulgação