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TURISMO EM NÚMEROS |

PÁG.

43

| EDIÇÃO 96

nistério do Trabalho e Emprego,

357,8 mil vínculos empregatícios

foram declarados como PCD em

2013, o que corresponde a 0,73%

do total de empregos formais no

País – ou mais 27,5 mil vagas ocu-

padas em relação a 2012. O dado

sinaliza uma relativa estabilidade

quando comparado com o resul-

tado registrado de 2012, quando

0,70% de todos os empregos na-

cionais eram ocupados por PCDs.

VAGAS E CONTRATAÇÃO

Ainda de acordo com a CVC,

a maioria dos PCDs está alocada

em atividades na matriz, mas há

profissionais exercendo funções

também nas lojas. “Eles ocupam

cargos administrativos e opera-

cionais e possuem salário fixo e

benefícios compatíveis aos de-

mais profissionais - não fazemos

distinções”, esclarece Priscila.

A contratação de PCDs é um de-

safio para a maioria das empresas,

uma vez que a oferta de trabalho

para estes profissionais é grande e

a mão de obra escassa. Mas a uti-

lização de diversos recursos para

divulgação das oportunidades é

uma das políticas da empresa, que

realiza captação em bancos de

currículos, anúncios em jornais,

campanhas internas e parcerias

com diversas instituições.

“Não só no setor de turismo,

como em qualquer outro, é im-

portante que seja feito uma aná-

lise pelo RH para verificar as ca-

racterísticas de cada pessoa e

a função mais adequada a elas.

Infelizmente, o Brasil ainda des-

perdiça o enorme potencial que

possui de aprender com a diversi-

dade. O foco na contratação con-

tinua sendo a deficiência, quando

deveria ser a potencialidade da

pessoa. Ainda existe a visão equi-

vocada e preconceituosa de que

o trabalhador com deficiência é

pouco representativo para eco-

nomia nacional”, conclui Mara.