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TURISMO EM NÚMEROS |

PÁG.

40

| EDIÇÃO 96

tas pessoas se, antes de chegar ao

mercado de trabalho, elas não ti-

veram acesso à reabilitação e edu-

cação porque não conseguiam

sair de casa pela falta de acessi-

bilidade. Outra coisa que deve

ser pensada é que, para chegar

ao local de trabalho, essas pesso-

as passam por outros obstáculos:

falta de acessibilidade nas cal-

çadas, no transporte público, só

para citar alguns”. E assim nasce,

e não por acaso, o grande gargalo

da qualificação: “As empresas não

contratam porque alegam a falta

de capacitação. Mas, sem oportu-

nidades, como estas pessoas con-

seguirão se capacitar?”

cretaria de Direitos Humanos da

Presidência da República. Ele atua

na articulação e coordenação das

políticas públicas voltadas para as

pessoas com deficiência.

De acordo com o levantamento

do Instituto Brasileiro de Geogra-

fia e Estatística (IBGE) de 2010, o

Brasil possui mais de 45 milhões

de pessoas com algum tipo de de-

ficiência, ou 23% do total de habi-

tantes do País.

Para a deputada federal Mara

Gabrilli, a questão do mercado de

trabalho da pessoa com deficiên-

cia precisa ser analisada por vários

ângulos: “Não basta, por exemplo,

ofertar vagas de emprego para es-

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