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TURISMO EM NÚMEROS | PÁG.31 | EDIÇÃO 96

Não são raros os casos de tu-

ristas que cometem exageros em

viagens ao Exterior, comprando

acima do esperado (e do permiti-

do por lei). É papel do Agente de

Viagens informar o cliente sobre a

legislação e as regras aduaneiras

da Receita Federal, o que pode

ou não ser trazido para o Brasil e

as salgadas tarifas cobradas pe-

las companhias aéreas caso haja

excesso de bagagens.

O QUE É PRECISO SABER NA CHEGADA AO BRASIL

Clique aqui e acesse as informações sobre bagagens disponibilizadas pela ANAC.

A Receita Federal disponibiliza informações mais detalhadas no seu site

• O viajante pode trazer - sem que haja tributação - até US$

500 ou o equivalente em outra moeda quando ingressar no

país por via aérea ou marítima;

• São permitidos 12 litros de bebida alcoólica e 20 unidades

de pequenos presentes ou souvenirs com valor unitário

inferior a US$ 10;

• Freeshop: o viajante tem direito a adquirir mais US$ 500 em

produtos isentos de impostos na chegada ao Brasil.

BAGAGEM

De acordo com a legislação vigente, Portaria N° 689/

GC5, de 2005, da ANAC, é permitido ao viajante em voos

internacionais duas malas com até 32 Kg cada. É permiti-

da também uma bagagem de mão, em média com 10 kg.

Mas varia segundo a política de cada empresa, mais ou

menos liberal: desde 7 kg da Etihad até 12 kg na KLM.

O peso excedente da bagagem despachada é tarifado

em 1% (um por cento) sobre a tarifa aérea básica aplicável

à etapa, por quilo em excesso.