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TURISMO EM NÚMEROS |

PÁG.

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| EDIÇÃO 96

natura em arquivo, mas o desen-

volvimento das novas tecnologias

móveis de pagamento resolverá

essa questão em breve. Hoje, até

nos táxis vemos esse tipo de so-

lução. Para chegar às agências é

uma questão de tempo.

TN.com

–Mesmo cumprindo as

regras da Resolução 890 da IATA,

as agências de viagens têm sido

debitadas pelas empresas aéreas,

sem diálogo e prazo para defesa,

sejam por fraudes – um risco do

negócio do cartão de crédito – ou

por contestação dos titulares dos

cartões, que embarcaram utili-

zando os voos comprados. Não é

injusto punir o lado mais fraco, o

pequeno agente? Seria dupla co-

nivência da empresa aérea, já que

os passageiros embarcaram?

GG

– Há um questionamen-

to em relação à Resolução 890

da IATA. De acordo com o texto,

vemos que o chargeback pode-

rá ocorrer até onze meses após

a emissão. Algumas companhias

aéreas consideram nove meses

do último trecho de viagem. Es-

tamos envolvendo as entidades

parceiras - Abracorp, Sindetur-SP

e ABAV – por meio do Comitê de

Serviços e Produtos para esclare-

cer o que deve ser aplicado.

TN.com

– O que mudou com a

fusão entre Rextur e Advance?

GG

– A fusão ocorreu em 1º de

abril de 2012 e foi muito benéfica

para ambas as empresas. Conse-

guimos unir a tradição da Rextur

com a tecnologia da Advance.

Somos considerados pioneiros

no setor. As diretorias se enten-

dem e não tivemos quaisquer

problemas com a fusão. Para as

agências, significou ampliação no

sistema, programação maior de

wokshops e treinamentos e mais

meios de pagamentos.

ENTREVISTA

CONSOLIDADOR E

AGÊNCIA APRENDERAM A

COBRAR PELO TRABALHO

DESENVOLVIDO E AGORA

CADA UM FAZ O SEU PREÇO.

HÁ UMA MÉDIA. ALGUNS

COBRAM ABAIXO DO

MERCADO, MAS ESTES ESTÃO

FADADOS AO INSUCESSO”