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TURISMO EM NÚMEROS |

PÁG.

11

| EDIÇÃO 96

GG

– Pareceu uma mudança

negativa ao primeiro impacto,

mas não foi. O que mudou foi

que a partir de então consolida-

dor e agência aprenderam a co-

brar pelo trabalho desenvolvido

e agora cada um faz o seu preço.

Há uma média. Alguns cobram

abaixo do mercado, mas estes es-

tão fadados ao insucesso.

TN.com

– Por que ser IATA?

GG

– IATA – International Air

Travel Association – é o banco

central das companhias aére-

as, quem concede crédito. Mais

importante do que responder

“por quê?”, é entender “pra quê?”

Hoje, muitas empresas do tu-

rismo – algumas grandes – que

começaram com o meu sistema

de acesso a crédito ou de outros

concorrentes, são IATAS. Elas se

credenciaram porque cresceram

e quiseram mais visibilidade.

Mas, na prática, a maioria não

necessita da IATA para absolu-

tamente nada, a não ser fazer

reservas de hotéis diretamente,

o que também não é necessário,

com tantos grupos nesse ramo.

Em suma, é bom ser IATA, mas

não é essencial.

TN.com

– Sem a comissão

do aéreo, o relacionamento das

agências de viagens com a IATA

restringe-se aos interesses com

hotéis, locadoras e armadoras?

GG

– Sim. Não é necessário. Mas

muita agência IATA só usa para isso.

TN.com

– Como os consolida-

dores lidam com as vendas pagas

por meio de autorizações de dé-

bito em cartões de crédito, acom-

panhadas de suas cópias e das

cédulas de identidade, frente e

verso, com assinaturas coinciden-

tes e depois contestadas pelos ti-

tulares desses cartões?

GG

– Situações assim já não

são frequentes. Atualmente, com

o apoio do nosso sistema Reserva

Fácil, não recebemos mais os da-

dos do cartão de crédito usando

esse procedimento. Nosso am-

biente é considerado 100% segu-

ro e os dados são criptografados.

O agente de viagem precisa guar-

dar esses dados para um eventual

questionamento da administra-

dora do cartão, mas nem temos

contato com estas informações.

Essa necessidade do agente de

viagem ocorre por usarmos assi-